Psoríase tem tratamento!

Conceito
Promovida pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a Campanha Nacional de Conscientização da Psoríase, celebrada oficialmente sempre no mês de outubro desde 2016, visa combater, além da doença, o preconceito. O objetivo é melhorar a qualidade de vida de quem sofre com a enfermidade que provoca enorme impacto psicológico e social. A Psoríase é considerada uma doença crônica, sistêmica (acomete vários órgãos e sistemas), autoimune (produz reação imunológica contra o próprio corpo) e não contagiosa, que afeta a pele de ao menos 3% da população mundial (1,3% da população brasileira) e ainda não tem cura.

Causa
A causa é desconhecida, mas é possível que esteja relacionada a fatores genéticos, imunológicos e/ou ambientais. Há também outros fatores que podem aumentar a probabilidade de adquirir a doença ou piorar o quadro clínico existente, como histórico familiar; estresse; obesidade; exposição ao frio; alto consumo de álcool e cigarro. Pacientes com psoríase também têm mais chance de desenvolver artrite psoriásica, diabetes, Doença de Crohn, doenças cardiovasculares e depressão – consideradas doenças relacionadas com a própria Psoríase.

Sintomas
A dermatose se manifesta por lesões arredondadas, avermelhadas e descamativas, afetando joelhos, cotovelos, unhas, mãos, pés, couro cabeludo e até o corpo inteiro em alguns casos. Coceira, queimação e dor, além de inchaço e rigidez nas articulações também caracterizam a psoríase. Mas os sintomas são cíclicos, ou seja, aparecem e desaparecem periodicamente.

Tratamento
O tratamento depende do tipo e da gravidade da doença, portanto, é individualizado. As opções podem ser tópicas (cremes e pomadas), sistêmicas (comprimidos ou injeções) ou por fototerapia (luz ultravioleta), devendo sempre ser feitas por um médico dermatologista – que vai identificar e classificar a doença, indicando a melhor alternativa para cada caso. Outros fatores que contribuem para a melhora e até para o desaparecimento dos sintomas são: alimentação balanceada e atividade física.
Hoje, com as diversas opções terapêuticas disponíveis, já é possível viver com uma pele sem ou quase sem lesões.

Consulte seu médico!

Fonte: SBDRJ